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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Governador Tarso Genro entrega sua vida a Jesus


O seminário de Avivamento Catch the Fire vem impactando a vida de milhares de pessoas em Porto Alegre. Promovido pelo pastor Joel Engel, o evento já transformou a vida de milhões de líderes pelo mundo e tem como objetivo espalhar a unção de Deus pelas nações.

Em sua página no Twitter o pastor Engel anunciou a conversão do governador do Estado Tarso Genro em sua visita ao Catch The Fire: "GOVERNADOR Tarso Genro acaba de aceitar JESUS e ENTREGAR sua VIDA e o Estado(RS)p/ Deus.Tambem foi Ungido pelo profeta" escreveu.

Assista também o vídeo:

domingo, 4 de setembro de 2011

Evangélicos leem mais

Estima-se que no Brasil existam mais de 46 milhões de evangélicos. Essa fatia cresce 7% ao ano e lê mais que o dobro da população em geral, com 7,1 livros por ano.
Estima-se que no Brasil existam mais de 46 milhões de evangélicos. Essa fatia cresce 7% ao ano e lê mais que o dobro da população em geral, com 7,1 livros por ano.

De acordo com a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita pelo Instituto Pró-Livro em 2009, a média de livros lidos por ano pelos brasileiros é de 4,7 (incluindo o que se lê na escola).

E a produção de bíblias vai de vento em popa. Inaugurada em 1995, a Gráfica da Bíblia acaba de chegar à marca de 100 milhões de bíblias impressas. Dessas, 23 milhões foram distribuídas para 105 países de todos os continentes em mais de 20 idiomas.

São produzidas, em média, 8,5 milhões de bíblias por ano, o que significa uma a cada três segundos. Em 2010, a Sociedade Bíblica do Brasil distribuiu no país nada menos que 5,9 milhões de bíblias, 674,3 mil Novos Testamentos, 2,64 milhões de Porções Bíblicas e 225,9 milhões de Seleções Bíblicas.

Cresce o número de aplicativos para celular e tablets evangélicos

Já é possível personalizar seu smartphone ou Tablet com as músicas evangélicas que você mais gosta e também com aplicativos de bandas, ministérios e pastores. As igrejas e os ministérios estão de olho nas novidades tecnológicas para promover aplicativos aos fiéis.


Entre os mais pedidos e também o mais importante para se ter no celular ou no Tablet é a Bíblia Sagrada, há várias versões, muitas delas gratuitas, para quem quiser ler as Escrituras de qualquer lugar. Inclusive já tem muitos pastores que utilizam a versão para Tablets nos cultos.


Quem gosta de ouvir mensagens de pastores como Marco Feliciano e Edir Macedo também podem fazer o download de aplicativos exclusivos que vem com a biografia, mensagens especiais e outras informações sobre eles.


As rádios evangélicas Aleluia e Gospel FM, coordenadas pelas igrejas Universal e Renascer, elas também já lançaram app disponibilizando a programação para usuários de smarphones e Tablets.


Falando em Renascer em Cristo, a igreja liderada por Estevam Hernandes e sua esposa, Sônia Hernandes, lançaram um aplicativo para Android onde o fiel pode pesquisar o endereço de um templo da denominação mais próximo de onde ele estiver.
A banda Resgate também lançou um aplicativo para seus fãs, com ele você tem acesso a agenda da banda, discografia, links diversos e também acesso a uma rádio que toca todos os sucessos da banda.



Com informações do Gospel Prime
Fonte: www.guiame.com.br

Economia: Evangélicos chamam atenção da iniciativa privada

O crescimento dos evangélicos no Brasil, em especial no ramo pentecostal, provocou mais do que mudanças religiosas: fortaleceu um mercado econômico, que chama a atenção tanto de igrejas como da iniciativa privada.


De seu lado, as igrejas criaram estratégias de negócios. Algumas desenvolveram estruturas empresariais e planos de carreira; outras lançaram até cartões de crédito. E diversas montaram grupos e reuniões em que estimulam os fiéis a abrir negócios próprios e sanar suas finanças, com base na Teologia da Prosperidade - movimento que prega o bem-estar material do homem.


"Passava uma vida de miséria, comendo carcaça de frango", conta uma frequentadora da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), acrescentando que, depois que começou a assistir às "reuniões da prosperidade" semanais da igreja, "as portas começaram a se abrir". O depoimento é exibido pela própria IURD no YouTube.


Em outro vídeo, um fiel diz que seus negócios não deram certo até ele entrar para o culto. Depois de "sair das trevas", ele comprou "quatro, cinco casas", onde cabem "sete ou oito carros".


"A igreja é um local de ritos, mas hoje também um espaço de trocas e bens simbólicos", diz Leonildo Silveira Campos, do departamento de Ciências Sociais e Religião da Universidade Metodista.


"É voltada a pessoas cada vez menos preocupadas com questões transcendentais, e sim com o aqui e o agora. Para o novo pentecostal, o dinheiro não é para ser acumulado como previa a ética protestante, mas para comprar o carro e o apartamento novo. Para se inserir no mercado de consumo."


Igrejas e empresas respondem a isso com produtos, que incluem cartões de crédito - emitidos pelas igrejas Internacional da Graça de Deus e Assembleia de Deus - e lançamentos constantes.


A rua Conde de Sarzedas, no Centro de São Paulo, se especializou em atender consumidores cristãos. Ali, é possível comprar de bíblias segmentadas a CDs, jogos de tabuleiro com temas bíblicos e pacotes de turismo para Egito e Israel.


Público fiel
"É um lugar onde as pessoas sabem o que querem consumir. É um público fiel", diz à BBC Brasil a cantora e apresentadora Mara Maravilha, que, há 15 anos convertida à fé evangélica, tem uma loja onde vende seus CDs e DVDs gospel na Conde de Sarzedas.


"Graças a Deus que se abrem muitas igrejas. É melhor do que abrir botequim. A gente, por mais que dê, nunca vai conseguir dar mais do que Deus nos dá"


Daniel dos Reis Berteli, 29, da igreja Nazareno do Brasil, comprava livros, roupas e CDs evangélicos em uma loja ao lado. "Antes, não tínhamos essa variedade de livros", diz. "Há uns 15 anos, minha mãe fazia lembrancinhas religiosas com cartolina. Hoje, está tudo mais profissional."


A percepção de que o setor caminhava rumo à profissionalização levou Eduardo Berzin Filho a promover a feira ExpoCristã, realizada há dez anos em São Paulo. Ele diz que a edição de 2010 atraiu 160 mil visitantes e expositores como editoras, gravadoras gospel, empresas de mobiliário para igrejas e até consultorias de gestão de templos.


O mais claro exemplo pentecostal de estratégia de negócios vem da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), que diz ter presença em mais de cem países – mais do que qualquer multinacional brasileira.


A IURD montou uma estrutura empresarial que faz de seus pastores "profissionais da religião, com metas de atração e conversão de fiéis, de arrecadação (de dízimo) e de ampliação de recursos", afirma Ricardo Mariano, professor da PUC-RS e autor de um livro sobre a Universal.


Para os pastores, diz Mariano, "existe quase um plano de carreira, que permite que eles passem para congregações maiores, vão para outros países e participem de programas de TV" se baterem as metas.


A IURD e outras seguem "os principais preceitos do marketing: preço, publicidade, praça (localização de templos) e produto", opina Mario René, professor de Ciências do Consumo na ESPM e doutor em teologia prática.


Os especialistas ressaltam que há traços de profissionalização e mercantilização também em outras religiões – só que eles estão mais evidentes nas pentecostais e neopentecostais por conta de sua exposição midiática e do próprio crescimento dos evangélicos no Brasil.


Segundo o estudo Novo Mapa das Religiões, da FGV, os evangélicos representavam 20,2% da população brasileira em 2009, contra 9% em 1991. Boa parte se concentra na emergente classe C.


Os pentecostais são por volta de 12% da população, mas, segundo estudo prévio da FGV, respondem por 44% das doações feitas às igrejas.


Doações
Agora, além de solicitar "ofertas" para continuar a "obra de Deus", a Igreja Universal pede contribuições para financiar o Templo de Salomão - versão brasileira de um histórico templo em Israel.


Em um culto recente da igreja em São Paulo, o pastor exibia aos fiéis um vídeo sobre o templo, que está sendo erguido na Zona Leste da cidade e custará R$ 350 milhões.


"Os (doadores) terão seus nomes colocados nas 640 colunas do templo", diz o pastor, pouco antes de serem entregues envelopes para doações. "O bispo disse que um homem doou R$ 200 mil. Se você não pode 200 mil, pode mil, pode 500. Doe de acordo com a sua fé."


Alguns fiéis apoiam o pagamento do dízimo e doações desse tipo como forma de dar continuidade ao trabalho religioso.
Mara Maravilha, fiel da Universal, é uma delas. Para a cantora, quem não paga a contribuição está "roubando de Deus" e "se o pastor vai fazer certo ou errado (com o dinheiro), isso não cabe mais" ao fiel.


"Graças a Deus que se abrem muitas igrejas. É melhor do que abrir botequim", afirma Mara. "A gente, por mais que dê, nunca vai conseguir dar mais do que Deus nos dá."


Ela também rejeita as críticas de mercantilismo. "Os produtos têm efeito que não tem dinheiro que pague para uma pessoa sem esperança. Antes, eu vendia até revista masculina. Hoje, vendo a palavra de Deus. Estou errada hoje ou estava antes?"
Perigo


A executiva Márcia Félix, 37, fiel da Igreja Quadrangular, tem opinião semelhante. Afirma que sua igreja incentiva seu crescimento e a realização de seus sonhos e que o eventual enriquecimento de pastores não a incomoda.


"Busco primeiro o Reino de Deus e sua justiça", argumenta a fiel evangélica. "Se tem quem rouba, é cada um com Deus."
Já Daniel Berteli, frequentador da Conde de Sarzedas, diz que considera a visão empresarial da religião "perigosa". "(Algumas igrejas) têm deixado o princípio de servir e viraram indústria."


O limite para a atuação das igrejas é difícil de definir, levando-se em conta que é tênue a linha que separa consumo e religião.
"Não temos um compartimento mental para a religião", diz Mário René, da ESPM. "Todos buscamos sentido, que pode ser atingido por espiritualidade, responsabilidade social, esoterismo e até pelo consumo."


"Não temos um compartimento mental para a religião. Todos buscamos sentido, que pode ser atingido por espiritualidade, responsabilidade social, esoterismo e até pelo consumo"


René avalia ainda que, hoje, a prática comercial é praticamente inerente ao processo de angariar fiéis para uma determinada crença.


"Posso abrir uma igreja com praticamente nada. E daí, o que eu faço? Preciso de uma estratégia de marketing para ter sucesso, então vou procurar um pastor carismático e assim por diante", diz o pesquisador.


Para Ricardo Mariano, da PUC-RS, a questão é se a narrativa do apelo à prosperidade terá força no longo prazo. "Se a solução para os problemas (dos fiéis) é pontual, como engajá-los por um longo período? Isso não foi resolvido ainda."


Fonte: BBC

sábado, 3 de setembro de 2011

Apresentação do Grupo EMME

Grupo EMME, "Céu: Esperança dos Salvos", Vale da Bênção da Vila Kennedy, Caruaru-PE (31/08/11)

Estados Unidos pode sediar o primeiro Brazilian Day Gospel

Em reunião realizada na sede do Projeto Mantena em Newark, líderes religiosos de várias igrejas se uniram para a realização do primeiro Brazilian Day Gospel a ser realizado nos Estados Unidos.

O evento reunirá igrejas de New Jersey, New York, e estados vizinhos e promoverá os estados brasileiros com participações de grupos musicais, bandas e representações folclóricas de cada estado. A coordenação musical do evento será dirigido pela Paganini Institute of Music e a International Dance Academy e terá o apoio do Vejatv.com bem como as redes afiliadas.


No Brazilian Day Gospel, as Igrejas terão oportunidade de mostrar seus talentos locais, bem como adquirir barracas de comidas típicas brasileiras.

As audições para grupos que queiram se apresentar no evento devem procurar a escola Paganini Institute of Music em Newark no endereço 86 Monroe Street ou pelo telefone (973) 344-7700 ou (201) 362-2261.

A coordenação geral fica por conta do Projeto Mantena Global Care localizado na 109 Monroe Street em Newark.

Fonte: Jornal US




Via: www.guiame.com.br